Nascido Lucien Ginsburg, Serge Gainsbourg foi um músico, cantor e compositor francês, mais do que isso, é um icone francês.
Acima de tudo, "Gainsbourg - O Homem Que Amava As Mulheres" é um filme lúdico, quem for ver vai entender o que quero dizer. A fotografia está incrível, de uma beleza e sutileza sem igual! Basicamente, conta a vida conturbada que o cantor teve... Seus amores, seus desamores, seus monstros internos, suas angústias, sua autodestruição. "Éric Elmosnino" na pele de Gainbourg está "super"!Já é dele os prêmios de melhor ator no Cesar 2011 e Tribeca Film Festival. Acho que pelo menos uma indicação da academia ele leva!
No filme, ainda temos a oportunidade de vermos "Brigitte Bardot" interpretada pela estonteante "Laetitia Casta", com a qual Serge teve um affaire, inclusive, compos a canção "Je T'aime Moi Non Plus" pra ela, que insegura com o escândalo que a música poderia causar (e certamente causou), preferiu não lançar o dueto. Serge, por sua vez, encontrou uma substituta à altura: a atriz britânica "Jane Birkin", que veio a ser sua esposa e mãe de sua única filha "Charlotte Gainsbourg".
Também foi ator e cineasta. Contudo, seu maior personagem era ele mesmo. Viciado irrecuperável em cigarros, álcool, mulheres e versos com temas polêmicos, ele colecionou escândalos e amantes durante toda a vida.
Confira aqui a versão de "Je T'aime Moi Non Plus" com Serge Gainsbourg & Jane Birkin:
Curiosidade: "Je T'aime Moi Non Plus" foi regravada por Donna Summer e Ray Conniff.
Depois de um hiato de praticamente sete anos, eis que ela volta aos holofotes. Afastada dos palcos para cuidar da sua vida pessoal, Shania Twain passou por algumas situações no mínimo devastadoras. Após mais de uma década de união ela foi traida pelo companheiro pessoal e profissional Robert John "Mutt" Lange e perdeu sua voz por conta de uma doença chamada disfonia, em que os músculos apertam as cordas vocais. Foi um período difícil para Shania, como a própria confessou em sua primeira entrevista depois de sete anos, ao extinto "The Oprah Winfrey Show". "Meus medos e ansiedades foram, aos poucos, esmagando a minha voz."
Shania Twain, se lançou no cenário músical no início da década de 90, para ser mais exato, seu primeiro disco foi lançado em 1993. Como todo começo, não foi facíl e no caso dela não poderia ser diferente, o disco não vendeu muito bem, não tocou nas rádios, mas, nem tudo estava perdido. Com a chegada da MTV, Shania decidiu seguir por outro caminho e foi mostrar todo seu talento e potencial na televisão, onde o apelo visual é forte e isso ela tinha e ainda tem. E foi onde tudo começou a acontecer. Shania conheceu "Mutt", em 1993, ele viu um clipe e ficou fascinado por ela e por sua música, em dezembro desse mesmo ano eles se casaram e começava ai a parceria não só pessoal, mas músical. Em 1995, é lançado “The Woman In Me”, seu segundo disco, que fez um sucesso estrondoso, oficialmente foram vendidas 12 milhões de cópias.
Depois de todo esse sucesso, era claro o que viria a seguir, muita pressão por mais um outro disco que vendesse tanto ou mais que o anterior. Em 1998, “Come on Over” foi lançado, e sim, ela superou as expectativas, foi o disco mais vendido por uma mulher em qualquer gênero musical, na verdade, é o álbum country feminino mais vendido da história, tendo vendido mais de 39 milhões de cópias em todo o mundo.
Com apenas 21 anos de idade, Shania perdeu os pais num grave acidente de carro, e com isso se viu numa difícil situação, cuidar de seus outros quatro irmãos, e assim o fez, trabalhou em vários empregos e usava a música como uma tentativa de superação. Em 12 de agosto de 2001, nasce Eja D’Angelo, seu filho. A partir daquele momento Shania iria exercitar, agora de uma forma natural, seu lado materno.
Em 2002, Shania volta com tudo, Up! é o seu quarto álbum de estúdio. Três versões do álbum foram lançadas, a versão Country (Disco Verde), a versão Pop (Disco Vermelho) e a versão World (Disco Azul). Todos os três discos contêm as mesmas músicas, porém cada disco tem um estilo musical diferente. O albúm permaneceu durante cinco semanas em primeiro lugar nas paradas americanas, só nos E.U.A. foram mais de 11 milhões de cópias vendidas. O albúm alcançou a incrível marca de mais de 20 milhões de cópias vendidas mundialmente. Sua música é sucesso por anda passa!
Provando que a vida segue por caminhos tortos para nos fazer chegar ao lugar certo, hoje Shania é casada com Frédéric Thiébaud, que vem a ser o ex-marido de Marie-Anne Thiébaud, que foi a amante de "Mutt". Destino?
08 De maio de 2011 foi o dia da estréia de Why Not? With Shania Twain, transmitido pelo canal OWN (Oprah Winfrey Network), é um documentário íntimo que aborda todas essas agruras da vida de Shania, perpassando por momentos de redescobertas onde Shania mergulha em si mesma.
No episódio final, ela compartilha conosco o momento em que se uniu a Frédéric Thiébaud, que aconteceu numa praia em Porto Rico. Também nos brinda com a notícia de que em dezembro de 2012 irá iniciar a "Still The One Show", uma maratona de shows no Colosseum do Ceasars Palace em Las Vegas. Nesse mesmo palco já se apresentaram estrelas do gabarito de Celine Dion, Cher, Elton John e Rod Stewart.
No último dia 12 de junho foi o lançado "Today (Is Your Day)", seu novo single. A bela canção já conta com um lindo clipe, feito com cenas extraídas do documentário:
Curiosidade: Shania Twain é um nome Ojibway que significa "Estou no meu caminho".
Amor, sob diferentes perspectiva, amor de mãe, amor de filha, amor de amigos... Amar de forma incondicional. Sinceridade, a sinceridade de um olhar, de um gesto, de um carinho. Companheirismo, mais do que isso, "Copacabana" do diretor francês Marc Fitoussi, trata da cumplicidade e da falta dela, no sentido literal da palavra. Trata da Liberdade, a liberdade de poder ser você, de seguir seu caminho de acordo com o que você acredita.
Isabelle Ann Huppert está exultante na pele de Babou, de uma exuberância sem igual. Huppert é considerada a maior atriz do cinema francês de sua geração e coleciona inúmeros prêmios, dentre eles, 1 César, que vem a ser o maior prêmio do cinema francês, esse deu-se por sua interpretação em "La Cérémonie" - Mulheres Diabólicas, onde Huppert viveu Jeanne. Em Cannes, Huppert vou premiada 2 vezes, a primeira delas em 1978 por "Violette Nozière", onde interpreta uma prostituta e em 2001 por "La Pianiste" - A Professora de Piano e aqui Huppert dá vida a Erika Kohut, uma amargurada e solitária professora de piano.
Em "Copacabana" a curiosidade fica por conta de Lolita Chammah, que interpreta sua filha "Esmeralda" ser também sua filha na vida real, inclusive, essa é a primeira vez que mãe e filha trabalham juntas.
E diferente do que o nome sugere, o filme não se passa no Brasil, mas é cheio de referências ao país, principalmente musicais, por sinal, a trilha sonora é um primor, que vai de “Canto de Ossanha” interpretado por Astrud Gilberto, passando por “Partido Alto” do Chico Buarque, e também o som de Jorge Ben ou de Marcos Valle. No final, tem até samba, onde Isabelle Huppert, nos mostra que deveria ter feito mais algumas aulas, mas, não faz feio. Se bem que acho que as aulas não iriam adiantar muito, sambar como as brasileiras fazem é difícil, não que seja impossível.
Aqui você confere uma versão ao vivo de "Partido Alto" do célebre Chico Buarque:
Estive refletindo sobre a questão ser/estar. Até que ponto somos ou estamos? Quem nunca falou na hora que deveria ter ficado calado ou calou-se quando deveria falar, apaixonou-se por quem não deveria e outras inúmeras situações... Posso elencar outras tantas que corroborem com o que quero dizer. Enfim, depois de muito pensar eu cheguei a seguinte conclusão, nunca seremos de fato alguma coisa, sempre estaremos, o "estado" sempre será uma constante, a mudança é constante, não sou o mesmo que era ontem, eu mudei, o ambiente ao meu redor mudou, as pessoas que me cercam também... e assim sempre será.
Charles Darwin tem uma frase bem pertinente ao que estou querendo dizer: "Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças." E você por sua vez, adaptando-se as mudanças, se torna mais forte, mais inteligente e por fim, sobrevive. Ou seja, mudanças, são sempre muito bem vindas e necessárias à sobrevivência!
Há algum tempo tenho pensado na idéia de criar um blog, um espaço onde pudesse divagar de forma descompromissada, expor minhas idéias, minha visão de mundo, um pouco dos lugares que frequento, um pouco das pessoas que conheço, um pouco do que vivo, enfim, um pouco de tudo que me cerca... Eis que é chegado o dia! Claro, até chegar no "produto final" eu rascunhei muita coisa, postava, apagava, repostava... E seguindo pelo caminho da minha reflexão, tenha certeza que esse não é e nem será o "produto final".
Aqui terá um pouquinho de tudo que citei... e de pouquinho em pouquinho, aqui terá muito do que "estou"!